sábado, 18 de fevereiro de 2012

Transilvânia

A Transilvânia (em amarelo)
no mapa da Romênia.
A Transilvânia é uma região histórica da Europa Central que constitui a zona centro-ocidental da Romênia. A sua capital é a cidade de Cluj-Napoca. A região é mundialmente conhecida graças a Vlad Țepeș, também conhecido como Drácula, nascido na localidade de Sighişoara e príncipe (voivoda) da Valáquia durante a Idade Média.

História

Região histórica da moderna Romênia, situada no interior do arco formado pelos Cárpatos. Formou o núcleo da Dácia romana após 106 d.C. e, depois da evacuação romana, em 270, sua história não apresenta registros, até a região ser conquistada pelos húngaros, em 900. Em 1003, foi incorporada ao Estado húngaro, mas manteve sua autonomia, garantida pela 'união fraterna' (1437) das 'três nações' (os nobres descendentes dos colonos sícula ou székely, saxões e magiares). Em 1241 a região viria a ser arruinada por uma invasão mongol, liderada por Kadan, Guyuk e Subotai. Algumas cidades como Braşov, Timişoara, Bistriţa e Oradea foram destruídas pelos invasores. A região viria a sofrer um novo ataque mongol em 1285.

A independência foi assegurada em 1566, quando a Transilvânia tornou-se um principado sujeito à soberania otomana.

O século XVII foi a sua 'idade do ouro', por ser reconhecida como potência internacional. Em 1699, os otomanos reconheceram o domínio austríaco Habsburgo na Transilvânia. Durante o século XVIII, os Habsburgo privaram as três nações de muitos de seus direitos e liberdades, e o número de romenos na região cresceu até alcançar mais da metade da população total. Não foram reconhecidos politicamente como uma 'quarta nação' e sofreram discriminação religiosa por parte dos cristãos ortodoxos gregos.

Sob domínio austríaco, na primeira metade do século XIX, a Transilvânia tornou-se parte integral da Hungria, com a criação do Império Austro-Húngaro (1867).

Em 1918, os romenos da Transilvânia proclamaram sua adesão à Romênia, confirmada pelo Tratado de Trianon (1920). A Hungria anexou cerca de dois quintos do território durante a Segunda Guerra Mundial, mas foi obrigada a devolvê-los em 1947. A redistribuição das terras e a política forçada de assimilação cultural envolvendo romenos e húngaros continuou sendo causa de atrito entre os dois países. Houve conflitos étnicos em Bucareste (1990) e a União Democrática Húngara da Romênia foi criada, vencendo as eleições realizadas em 1992.

Essa região ficou popular, pois reza a lenda que neste local residia o Conde Drácula.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Canal da Mancha

O Canal da Mancha é um braço de mar que é parte do Oceano Atlântico e que separa a ilha da Grã-Bretanha do norte da França e une o Mar do Norte ao Atlântico.

Em francês ele é chamado La Manche (A Manga), em alemão Der Ärmelkanal (O Canal da Manga) e em inglês English Channel (Canal Inglês). Mancha é derivado de 'Manche', em francês, que foi traduzido erroneamente para 'Mancha' por portugueses e espanhóis. Em francês 'Manche' não quer dizer "Mancha", mas "Manga" (peça do vestuário).

O canal tem aproximadamente 563 km (350 milhas) de comprimento e sua parte mais larga é de 240 km (150 milhas). Seu ponto mais estreito (o estreito de Dover) tem apenas 33 km (c. 20 milhas), de Dover até o Cabo Gris Nez. Neste ponto mais estreito do Canal, é comum aventureiros de diversas nacionalidades tentarem fazer a travessia do canal a nado, inclusive com algumas tentativas resultando em morte, como foi o caso da brasileira Renata Agondi. A profundidade do Canal da Mancha varia de 120m na porção ocidental até 45m na oriental.

A circulação marítima no canal da Mancha é uma das mais intensas do mundo, com mais de 250 navios por dia. A essa circulação intensa há que somar a dos ferries que ligam a França à Grã-Bretanha por via marítima. Atualmente, o Eurotúnel constitui uma excelente e rápida alternativa de viagem.

Devido à utilização das mais avançadas técnicas de engenharia é praticamente impossível a presença de acidentes.

As Ilhas do Canal ou Channel Islands localizam-se no interior do Canal da Mancha, próximas ao lado francês. A ilha de Ouessant ou a ponta de Corsen constituem os pontos de referência da extremidade ocidental do canal.

O departamento francês da Mancha, que incorpora a península do Cotentin, que avança em direção ao canal, tem esse nome devido à região marítima circunvizinha.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Estreito de Gibraltar

O estreito de Gibraltar é uma separação natural entre o Mar Mediterrâneo e o Oceano Atlântico, e entre dois continentes - Europa e África. Ao norte, encontram-se a Espanha e o território britânico ultramarino de Gibraltar; ao sul, Marrocos e Ceuta, enclave espanhol no norte de África. A soberania sobre o território de Gibraltar é do Reino Unido, gozando a população de Gibraltar cada vez mais autonomia. Em referendos na última década o povo de Gibraltar rechaçou qualquer possibilidade de associação com o Estado espanhol.

Trata-se da única abertura entre o Mediterrâneo e o oceano Atlântico, e situa-se entre o Mar de Alborão, na parte ocidental do Mediterrâneo, e o golfo de Cádiz, no Atlântico. Abarca desde a linha Gibraltar-Ceuta até a linha cabo Espartel-cabo Trafalgar

Do ponto de vista geológico, o estreito de Gibraltar resultou da fissura das duas placas tectônicas: a Placa Euroasiática e a Placa Africana.

A profundidade do estreito varia entre aproximadamente 280 m, no Umbral de Camarinal, e quase 1000 m, nas proximidades da Baía de Algeciras. A largura mínima é de 14,4 km, entre Punta de Oliveros, em Espanha, e Punta Cires, em Marrocos.

Em poucos lugares do mundo se observam tantos contrastes sociais em uma distância tão curta. A parte espanhola está protegida pelo Parque Natural do Estreito.

Através do Estreito de Gibraltar ocorre o intercâmbio de águas entre o Atlântico e o Mar Mediterrâneo: as águas superficiais, relativamente frias e pouco salinas, provenientes do Atlântico, entram no Mar de Alborão, sobrepondo-se às águas profundas, mais quentes e salinas, que retornam do Mediterrâneo. As correntes são fortes e variam ao longo do dia, sendo causa de frequentes acidentes de navegação.

Etimologia

Era conhecido na Antiguidade como Os Pilares de Hércules. Posteriormente, o estreito, assim como o rochedo, recebeu o nome do general berbere Tárique (Tárique), passando a chamar-se Gibraltar. Em 711, Tárique atravessou o estreito, comandando a primeira incursão muçulmana à Península Ibérica, e se estabeleceu na Espanha visigótica.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Estreito de Bósforo e Dardanelos

O Estreito de Bósforo é um estreito que liga o mar Negro ao mar de Mármara e marca o limite dos continentes asiático e europeu na Turquia. Tem um comprimento de aproximadamente 30 km e uma largura de 550 a 3000 m. Sua profundidade varia de 36 a 124 m no meio do estreito.

Seu nome significa "passagem do boi" e se refere à história de Io, jovem amada por Zeus, transformada por ele em boi, e perseguida por uma mosca sugadora de sangue enviada por Hera, ciumenta.

As margens do estreito são densamente povoadas, como exemplifica a cidade de Istambul.

Duas pontes atravessam o estreito de Bósforo. A primeira, Ponte do Bósforo, tem 1 074 m e foi terminada em 1973. A segunda, Ponte Fatih Sultão Mehmet, tem 1 090 m e foi terminada em 1988, mais ou menos a 5 km ao norte da primeira ponte. Marmaray, um túnel ferroviário de 13,7 km está em construção e seu término está previsto para 2013. Aproximadamente 1 400 m de túnel passarão sob o estreito, a uma profundidade de 55 m.

História

Os gregos chamavam o estreito de Bósforo da Trácia, assim como chamavam o estreito de Kerch de Bósforo Cimeriano. Para aumentar a confusão também chamavam uma área perto do estreito pelo mesmo nome: o Chersonesus Trácio, conhecido nos dia de hoje como Gallipoli (em turco: Gelibolu), e o Chersonesus Cimeriano, que corresponde à península da Crimeia.

Dada a importância do estreito na defesa de Istambul, os sultões otomanos construíram uma fortificação em cada lado dele, Anadoluhisarı (1393) e Rumelihisarı (1451). Sua importância estratégica continua alta: diversos tratados internacionais mantêm navios na área, incluindo a Convenção de Montreux para o Regime dos estreitos Turcos, assinada em 1936.

Alguns historiadores lançaram a hipótese de que uma imensa enchente ocorrida na região por volta de 5 600 a.C. teria sido a base histórica para a história do dilúvio bíblico e da Epopeia de Gilgamesh.

No estreito do Bósforo foram travadas muitas batalhas navais, nomeadamente entre cristãos e muçulmanos. Uma das batalhas mais importantes foi a Batalha de Aquitânia disputada entre os gregos e os otomanos. Batalhas houve também em que o Bósforo foi aproveitado para ataques cruzados contra os muçulmanos e também dos bizantinos contra os otomanos.

Estreito de Dardanelos, antigamente Helesponto, é um estreito no noroeste da Turquia ligando o Mar Egeu ao Mar de Mármara.

Assim como o estreito de Bósforo, ele separa a Europa (neste caso, a península de Gallipoli) da Ásia. A maior cidade próxima ao estreito é Çanakkale, que tem seu nome do seu famoso castelo (kale significa "castelo").

O estreito teve um papel importante ao longo da História (por exemplo, a Guerra de Troia acontece no lado asiático do estreito). Os exércitos persas de Xerxes I e, mais tarde, o exército macedônio de Alexandre, o Grande atravessaram o estreito de Dardanelos em direções opostas para invadir as terras uns dos outros.

Tendo uma importância vital para a armada do Império Otomano para sua dominação no Mediterrâneo oriental, o estreito sofreu uma tentativa de invasão com inúmeras perdas humanas pelos aliados durante a Primeira Guerra Mundial. A Campanha de Galípoli quase custou a carreira política de Winston Churchill (a Entente (Aliança) perdeu a batalha em 18 de Março de 1915).

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Estreito de Messina

O Estreito de Messina é um estreito no mar Mediterrâneo que separa a península italiana da ilha da Sicília e que liga o mar Jônico ao mar Tirreno. Sua menor largura é de 3,3 km.

Um ferry-boat, denominado como Villa, conecta Messina (Sicília) com o continente em Villa San Giovanni, na Calábria.

A cada cinco ou dez anos, novos debates inflamam a Itália sobre a construção de uma ponte que ligaria a Sicília ao continente. Se um dia for construída, será a maior ponte a arco simples do mundo, com uma envergadura de 3300 metros e os avanços tecnológicos tornam esta hipótese cada vez mais provável. O mais recente projeto estava programado para começar em 2006, com uma duração de seis anos e um custo total de 4,6 bilhões de Euros.

No estreito de Messina é comum produzir-se a ilusão óptica conhecida como Fata Morgana.

Fata Morgana

O efeito de Fata Morgana (ou seja: fada Morgana), em referência à fictícia feiticeira (Fada Morgana) meia-irmã do Rei Artur que, segundo a lenda, era uma fada que conseguia mudar de aparência, é um efeito de ilusão óptica. 

Trata-se de uma miragem que se deve a uma inversão térmica. Objetos que se encontrem no horizonte como, por exemplo, ilhas, falésias, barcos ou icebergues, adquirem uma aparência alargada e elevada, similar aos "castelos de contos de fadas". 

A Fata Morgana mais célebre é a que se produz no Estreito de Messina, entre a Calábria e a Sicília. 

Com tempo calmo, a separação regular entre o ar quente e o ar frio (mais denso) perto da superfície terrestre pode actuar como uma lente refractante, produzindo uma imagem invertida, sobre a qual a imagem distante parece flutuar. Os efeitos Fata Morgana costumam ser visíveis de manhã, depois de uma noite fria. É um efeito habitual em vales de alta montanha, onde o efeito se vê acentuado pela curvatura do vale, que cancela a curvatura da Terra. Também se costuma ver de manhã nos mares árcticos, com o mar muito calmo, e é habitual nas superfícies geladas da Antártida. 

Os efeitos de Fata Morgana são miragens ditas superiores, diferentes das miragens inferiores, que são mais comuns e criam a ilusão de lagos de água distantes nos desertos ou em estradas com o asfalto muito quente.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Mares

O mar é uma longa extensão de água salgada conectada com um oceano. O termo também é usado para grandes lagos salinos que não tem saída natural (denominados de mares fechados), como o mar Cáspio, o mar Morto, o mar de Aral entre outros. O termo é usado para designar uma parte do oceano, como mar tropical ou água do mar referindo-se às águas oceânicas.

Sete Mares

Sete mares era uma designação histórica usada até a Idade Média na literatura ficcional árabe e europeia. Desta lista, faziam parte os mares Adriático, Arábico, Cáspio, Mediterrâneo, Negro e Vermelho e o golfo Pérsico. 

Há também fontes dizendo que tudo indica que a expressão surgiu no livro As Mil e Uma Noites, uma compilação de histórias tradicionalmente contadas boca a boca no Oriente Médio, que ganhou sua primeira versão impressa no século IX. Uma das histórias contadas é a do marinheiro Simbad, que, para levar mercadorias a portos distantes, viaja por sete mares. A expressão se tornou comum e ainda hoje é usada pelos navegantes para dividir os oceanos de uma forma um pouco diferente daquela presente nos atlas contemporâneos: Pacífico Norte, Pacífico Sul, Atlântico Norte, Atlântico Sul, Índico, Ártico e Antártico. Os dois últimos costumam ser considerados partes do Atlântico e não se dividem os principais oceanos em porções norte e sul. 

Além disso, oceanos e mares não são sinônimos. Os mares são porções de água comportadas em áreas fechadas (os oceanos são abertos) e são muito mais numerosos do que os oceanos: de acordo com a Organização Hidrográfica Internacional, há 61 mares na Terra, como o mar Vermelho (entre a África e a Arábia Saudita) e o Mediterrâneo (entre a África e a Europa). Nessa lista, entram também os golfos e baías, como o golfo Pérsico (no Oriente Médio) e a baía de Hudson (no Canadá). Mares e oceanos, somados, cobrem 71% da superfície terrestre.

Lista de mares, divididos por oceano: 
Oceano Pacífico

- Mar de Bering
- Golfo do Alasca
- Golfo da Califórnia
- Mar de Okhotsk
- Mar do Japão
- Mar da China Oriental
- Mar da China Meridional
- Mar de Sulu
- Mar de Celebes
- Mar de Mindanau
- Mar das Filipinas
- Mar de Flores
- Mar de Banda
- Mar de Arafura
- Mar de Timor
- Mar de Ross
- Mar de Amundsen
- Mar de Bellingshausen

Oceano Atlântico

A leste - Europa e África
Varrendo a borda leste do oceano Atlântico, de norte para sul, encontramos:

- Mar da Noruega, entre a costa da Noruega e a Islândia;
- Mar Báltico, conectado ao Mar do Norte pelo estreito de Öresund;
- Golfo de Bótnia, entre Suécia e Finlândia;
- Mar de Åland, ao sul de Bótnia, entre a costa sueca e as ilhas de Åland;
- Mar do Arquipélago, a sudoeste da Finlândia e contendo o maior arquipélago do mundo;
- Golfo da Finlândia, entre a Finlândia e a Estônia;
- Golfo de Riga, uma grande baía na Letônia, ao sul da ilha estoniana de Saaremaa;
- Mar do Norte, a leste da Grã-Bretanha, noroeste dos Países Baixos e oeste da Dinamarca;
-Mar Frísio, uma zona entremarés no litoral da Holanda, Alemanha e Dinamarca;
- Canal da Mancha entre França e Grã-Bretanha;
- Mar da Irlanda, entre a Irlanda e a Grã-Bretanha;
- Mar Celta, ao sul da Irlanda e ao norte do Cantábrico;
- Mar Cantábrico (ou golfo de Biscaia) ao norte da Espanha e sudoeste da França;
- Mar da Palha, entre Lisboa e Setúbal (Portugal);
- Mar Mediterrâneo, que se interpõe entre Europa e África e se divide em outros mares interiores, que são, de oeste para leste (aqueles marcados com asterisco não são oficialmente reconhecidos pela OHI mas são ou já foram nomes usuais):
- Mar de Alborão, entre Espanha e Marrocos, a partir do estreito de Gibraltar;
- Mar das Baleares, entre a costa da Catalunha e as ilhas Baleares;
- Mar da Sardenha, porção do Mediterrâneo entre as Baleares e as ilhas de Córsega e Sardenha;
- Mar de Ligúria, uma baía no noroeste da Itália (Ligúria e Toscana), ao norte das ilhas de Córsega e Elba;
- Mar Tirreno, ao sul do Mar da Ligúria, limitado pela costa oeste da Itália e pelas ilhas de Córsega, Sardenha e Sicília;
- Estreito da Sicília, entre a costa sul da Sicília e o norte da Tunísia;
- Mar Adriático, entre a Itália e os Bálcãs;
- Mar Jônico, ao sul do Adriático, entre as províncias do sul da Itália (Calábria e Sicília) e o noroeste da Grécia (em especial as ilhas Jônicas);
Golfo de Sidra, uma grande bacia na costa norte da Líbia;
- Mar Egeu, entre a Grécia e a Turquia;
- Mar Trácio, porção norte do Egeu, entre a República da Macedônia, a Trácia e o noroeste da Turquia;
- Mar Mirtoico, porção sudoeste do Egeu, entre as Cíclades e o Peloponeso;
- Mar de Creta, ao sul do Egeu e das Cíclades e ao norte de Creta;
- Mar da Líbia, porção do Mediterrâneo entre a costa leste da Líbia e a ilha de Creta;
- Mar de Mármara, entre as partes europeia e asiática da Turquia, ligado ao Egeu pelo Estreito de Dardanelos e ao mar Negro pelo estreito de Bósforo;
- Mar Negro; encravado entre a Europa, a Anatólia e o Cáucaso, ligado ao mar de Mármara pelo estreito de Bósforo;
- Mar de Azov, um enclave do mar Negro, represado entre a península ucraniana da Crimeia e a península russa de Taman. É ligado ao mar Negro pelo estreito de Kerch;
- Mar Levantino, porção do Mediterrâneo que banha o Egito, o Levante e o sudeste da Turquia.
- Golfo da Guiné, no continente africano.

Borda oeste - Américas

Varrendo a borda leste do oceano Atlântico, de norte para sul, encontramos:

- Baía de Baffin, entre a Groenlândia e a parte insular do Canadá;
- Baía de Hudson, encravada no Canadá e também alimentada pelo Oceano Ártico;
- Baía de James, prolongamento para sul de Hudson, entre os estados canadenses de Ontário e Quebec;
- Mar do Labrador;
- Golfo de São Lourenço;
- Golfo do México;
- Baía de Campeche, sul do golfo do México, banhando os estados México de Campeche, Tabasco e Veracruz;
- Mar do Caribe;
- Golfo da Venezuela;
- Mar dos Sargaços;
- Mar Argentino.

Oceano Índico

- Mar Vermelho
- Golfo de Áden
- Golfo Pérsico
- Mar de Aral
- Golfo de Omã
- Mar Arábico
- Baía de Bengala
- Mar Morto

Oceano Ártico

- Mar de Barents
- Mar de Kara
 -Mar de Beaufort
- Golfo de Amundsen
- Mar de Chukchi
- Mar de Laptev

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Danúbio

O Danúbio é o segundo rio mais longo da Europa (depois do Volga), e tem entre 2.845 e 2.888 quilômetros de extensão, atravessando o continente de oeste a leste, desde sua nascente na Floresta Negra (Alemanha) até desaguar no mar Negro, no delta do Danúbio (Romênia).

O rio passa por diversas capitais da Europa e constitui a fronteira natural de dez nações. As mais importantes cidades nas suas margens são Ulm,Ingolstadt, Ratisbona, Linz, Viena, Bratislava, Budapeste, Vukovar, Novi Sad,Belgrado, Ruse, Brăila e Galaţi.

Países da Bacia Hidrográfica: Alemanha, Áustria, Eslovaquia, Hungria, Croácia, Sérvia, Bulgária, Roménia, Moldávia, Ucrânia