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sábado, 17 de março de 2012

Golfo Pérsico

O golfo Pérsico é um golfo localizado no Médio Oriente, como um braço do mar da Arábia, entre a península da Arábia e o Irã. Trata-se de um mar interior com cerca de 233 000 km², ligado ao mar da Arábia a leste pelo estreito de Ormuz e pelo golfo de Omã, e com seu limite a oeste marcado pelo delta do Shatt al-Arab, chamado Arvand-Rood pelos iranianos, que carrega as águas dos rios Eufrates e Tigre.

Os países com litoral banhado pelo golfo Pérsico são, em ordem horária: Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Quatar (que ocupa uma península avançada sobre o golfo), Bahrein (uma ilha no golfo), Kuwait, Iraque, e Irã. Todos estes países, com exceção dos dois últimos (Iraque e Irã), formam uma união econômica denominada Conselho de Cooperação do Golfo.

O golfo Pérsico e suas áreas costeiras são a mais rica e mais usada fonte de petróleo do mundo; as indústrias derivadas da sua extração e refino dominam a região. Existem diversas ilhas no golfo, algumas das quais são contestadas por estados.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Canal de Suez

O Canal de Suez é um canal que liga Porto Said, porto egípcio no Mar Mediterrâneo, a Suez, no Mar Vermelho.

Com a extensão de 195 quilômetros, permite que embarcações naveguem da Europa à Ásia sem terem que contornar a África pelo cabo da Boa Esperança. Antes da sua construção, as mercadorias tinham que ser transportadas por terra entre o Mar Mediterrâneo e o Mar Vermelho.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Canal da Mancha

O Canal da Mancha é um braço de mar que é parte do Oceano Atlântico e que separa a ilha da Grã-Bretanha do norte da França e une o Mar do Norte ao Atlântico.

Em francês ele é chamado La Manche (A Manga), em alemão Der Ärmelkanal (O Canal da Manga) e em inglês English Channel (Canal Inglês). Mancha é derivado de 'Manche', em francês, que foi traduzido erroneamente para 'Mancha' por portugueses e espanhóis. Em francês 'Manche' não quer dizer "Mancha", mas "Manga" (peça do vestuário).

O canal tem aproximadamente 563 km (350 milhas) de comprimento e sua parte mais larga é de 240 km (150 milhas). Seu ponto mais estreito (o estreito de Dover) tem apenas 33 km (c. 20 milhas), de Dover até o Cabo Gris Nez. Neste ponto mais estreito do Canal, é comum aventureiros de diversas nacionalidades tentarem fazer a travessia do canal a nado, inclusive com algumas tentativas resultando em morte, como foi o caso da brasileira Renata Agondi. A profundidade do Canal da Mancha varia de 120m na porção ocidental até 45m na oriental.

A circulação marítima no canal da Mancha é uma das mais intensas do mundo, com mais de 250 navios por dia. A essa circulação intensa há que somar a dos ferries que ligam a França à Grã-Bretanha por via marítima. Atualmente, o Eurotúnel constitui uma excelente e rápida alternativa de viagem.

Devido à utilização das mais avançadas técnicas de engenharia é praticamente impossível a presença de acidentes.

As Ilhas do Canal ou Channel Islands localizam-se no interior do Canal da Mancha, próximas ao lado francês. A ilha de Ouessant ou a ponta de Corsen constituem os pontos de referência da extremidade ocidental do canal.

O departamento francês da Mancha, que incorpora a península do Cotentin, que avança em direção ao canal, tem esse nome devido à região marítima circunvizinha.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Estreito de Gibraltar

O estreito de Gibraltar é uma separação natural entre o Mar Mediterrâneo e o Oceano Atlântico, e entre dois continentes - Europa e África. Ao norte, encontram-se a Espanha e o território britânico ultramarino de Gibraltar; ao sul, Marrocos e Ceuta, enclave espanhol no norte de África. A soberania sobre o território de Gibraltar é do Reino Unido, gozando a população de Gibraltar cada vez mais autonomia. Em referendos na última década o povo de Gibraltar rechaçou qualquer possibilidade de associação com o Estado espanhol.

Trata-se da única abertura entre o Mediterrâneo e o oceano Atlântico, e situa-se entre o Mar de Alborão, na parte ocidental do Mediterrâneo, e o golfo de Cádiz, no Atlântico. Abarca desde a linha Gibraltar-Ceuta até a linha cabo Espartel-cabo Trafalgar

Do ponto de vista geológico, o estreito de Gibraltar resultou da fissura das duas placas tectônicas: a Placa Euroasiática e a Placa Africana.

A profundidade do estreito varia entre aproximadamente 280 m, no Umbral de Camarinal, e quase 1000 m, nas proximidades da Baía de Algeciras. A largura mínima é de 14,4 km, entre Punta de Oliveros, em Espanha, e Punta Cires, em Marrocos.

Em poucos lugares do mundo se observam tantos contrastes sociais em uma distância tão curta. A parte espanhola está protegida pelo Parque Natural do Estreito.

Através do Estreito de Gibraltar ocorre o intercâmbio de águas entre o Atlântico e o Mar Mediterrâneo: as águas superficiais, relativamente frias e pouco salinas, provenientes do Atlântico, entram no Mar de Alborão, sobrepondo-se às águas profundas, mais quentes e salinas, que retornam do Mediterrâneo. As correntes são fortes e variam ao longo do dia, sendo causa de frequentes acidentes de navegação.

Etimologia

Era conhecido na Antiguidade como Os Pilares de Hércules. Posteriormente, o estreito, assim como o rochedo, recebeu o nome do general berbere Tárique (Tárique), passando a chamar-se Gibraltar. Em 711, Tárique atravessou o estreito, comandando a primeira incursão muçulmana à Península Ibérica, e se estabeleceu na Espanha visigótica.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Estreito de Bósforo e Dardanelos

O Estreito de Bósforo é um estreito que liga o mar Negro ao mar de Mármara e marca o limite dos continentes asiático e europeu na Turquia. Tem um comprimento de aproximadamente 30 km e uma largura de 550 a 3000 m. Sua profundidade varia de 36 a 124 m no meio do estreito.

Seu nome significa "passagem do boi" e se refere à história de Io, jovem amada por Zeus, transformada por ele em boi, e perseguida por uma mosca sugadora de sangue enviada por Hera, ciumenta.

As margens do estreito são densamente povoadas, como exemplifica a cidade de Istambul.

Duas pontes atravessam o estreito de Bósforo. A primeira, Ponte do Bósforo, tem 1 074 m e foi terminada em 1973. A segunda, Ponte Fatih Sultão Mehmet, tem 1 090 m e foi terminada em 1988, mais ou menos a 5 km ao norte da primeira ponte. Marmaray, um túnel ferroviário de 13,7 km está em construção e seu término está previsto para 2013. Aproximadamente 1 400 m de túnel passarão sob o estreito, a uma profundidade de 55 m.

História

Os gregos chamavam o estreito de Bósforo da Trácia, assim como chamavam o estreito de Kerch de Bósforo Cimeriano. Para aumentar a confusão também chamavam uma área perto do estreito pelo mesmo nome: o Chersonesus Trácio, conhecido nos dia de hoje como Gallipoli (em turco: Gelibolu), e o Chersonesus Cimeriano, que corresponde à península da Crimeia.

Dada a importância do estreito na defesa de Istambul, os sultões otomanos construíram uma fortificação em cada lado dele, Anadoluhisarı (1393) e Rumelihisarı (1451). Sua importância estratégica continua alta: diversos tratados internacionais mantêm navios na área, incluindo a Convenção de Montreux para o Regime dos estreitos Turcos, assinada em 1936.

Alguns historiadores lançaram a hipótese de que uma imensa enchente ocorrida na região por volta de 5 600 a.C. teria sido a base histórica para a história do dilúvio bíblico e da Epopeia de Gilgamesh.

No estreito do Bósforo foram travadas muitas batalhas navais, nomeadamente entre cristãos e muçulmanos. Uma das batalhas mais importantes foi a Batalha de Aquitânia disputada entre os gregos e os otomanos. Batalhas houve também em que o Bósforo foi aproveitado para ataques cruzados contra os muçulmanos e também dos bizantinos contra os otomanos.

Estreito de Dardanelos, antigamente Helesponto, é um estreito no noroeste da Turquia ligando o Mar Egeu ao Mar de Mármara.

Assim como o estreito de Bósforo, ele separa a Europa (neste caso, a península de Gallipoli) da Ásia. A maior cidade próxima ao estreito é Çanakkale, que tem seu nome do seu famoso castelo (kale significa "castelo").

O estreito teve um papel importante ao longo da História (por exemplo, a Guerra de Troia acontece no lado asiático do estreito). Os exércitos persas de Xerxes I e, mais tarde, o exército macedônio de Alexandre, o Grande atravessaram o estreito de Dardanelos em direções opostas para invadir as terras uns dos outros.

Tendo uma importância vital para a armada do Império Otomano para sua dominação no Mediterrâneo oriental, o estreito sofreu uma tentativa de invasão com inúmeras perdas humanas pelos aliados durante a Primeira Guerra Mundial. A Campanha de Galípoli quase custou a carreira política de Winston Churchill (a Entente (Aliança) perdeu a batalha em 18 de Março de 1915).

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Estreito de Messina

O Estreito de Messina é um estreito no mar Mediterrâneo que separa a península italiana da ilha da Sicília e que liga o mar Jônico ao mar Tirreno. Sua menor largura é de 3,3 km.

Um ferry-boat, denominado como Villa, conecta Messina (Sicília) com o continente em Villa San Giovanni, na Calábria.

A cada cinco ou dez anos, novos debates inflamam a Itália sobre a construção de uma ponte que ligaria a Sicília ao continente. Se um dia for construída, será a maior ponte a arco simples do mundo, com uma envergadura de 3300 metros e os avanços tecnológicos tornam esta hipótese cada vez mais provável. O mais recente projeto estava programado para começar em 2006, com uma duração de seis anos e um custo total de 4,6 bilhões de Euros.

No estreito de Messina é comum produzir-se a ilusão óptica conhecida como Fata Morgana.

Fata Morgana

O efeito de Fata Morgana (ou seja: fada Morgana), em referência à fictícia feiticeira (Fada Morgana) meia-irmã do Rei Artur que, segundo a lenda, era uma fada que conseguia mudar de aparência, é um efeito de ilusão óptica. 

Trata-se de uma miragem que se deve a uma inversão térmica. Objetos que se encontrem no horizonte como, por exemplo, ilhas, falésias, barcos ou icebergues, adquirem uma aparência alargada e elevada, similar aos "castelos de contos de fadas". 

A Fata Morgana mais célebre é a que se produz no Estreito de Messina, entre a Calábria e a Sicília. 

Com tempo calmo, a separação regular entre o ar quente e o ar frio (mais denso) perto da superfície terrestre pode actuar como uma lente refractante, produzindo uma imagem invertida, sobre a qual a imagem distante parece flutuar. Os efeitos Fata Morgana costumam ser visíveis de manhã, depois de uma noite fria. É um efeito habitual em vales de alta montanha, onde o efeito se vê acentuado pela curvatura do vale, que cancela a curvatura da Terra. Também se costuma ver de manhã nos mares árcticos, com o mar muito calmo, e é habitual nas superfícies geladas da Antártida. 

Os efeitos de Fata Morgana são miragens ditas superiores, diferentes das miragens inferiores, que são mais comuns e criam a ilusão de lagos de água distantes nos desertos ou em estradas com o asfalto muito quente.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Mares

O mar é uma longa extensão de água salgada conectada com um oceano. O termo também é usado para grandes lagos salinos que não tem saída natural (denominados de mares fechados), como o mar Cáspio, o mar Morto, o mar de Aral entre outros. O termo é usado para designar uma parte do oceano, como mar tropical ou água do mar referindo-se às águas oceânicas.

Sete Mares

Sete mares era uma designação histórica usada até a Idade Média na literatura ficcional árabe e europeia. Desta lista, faziam parte os mares Adriático, Arábico, Cáspio, Mediterrâneo, Negro e Vermelho e o golfo Pérsico. 

Há também fontes dizendo que tudo indica que a expressão surgiu no livro As Mil e Uma Noites, uma compilação de histórias tradicionalmente contadas boca a boca no Oriente Médio, que ganhou sua primeira versão impressa no século IX. Uma das histórias contadas é a do marinheiro Simbad, que, para levar mercadorias a portos distantes, viaja por sete mares. A expressão se tornou comum e ainda hoje é usada pelos navegantes para dividir os oceanos de uma forma um pouco diferente daquela presente nos atlas contemporâneos: Pacífico Norte, Pacífico Sul, Atlântico Norte, Atlântico Sul, Índico, Ártico e Antártico. Os dois últimos costumam ser considerados partes do Atlântico e não se dividem os principais oceanos em porções norte e sul. 

Além disso, oceanos e mares não são sinônimos. Os mares são porções de água comportadas em áreas fechadas (os oceanos são abertos) e são muito mais numerosos do que os oceanos: de acordo com a Organização Hidrográfica Internacional, há 61 mares na Terra, como o mar Vermelho (entre a África e a Arábia Saudita) e o Mediterrâneo (entre a África e a Europa). Nessa lista, entram também os golfos e baías, como o golfo Pérsico (no Oriente Médio) e a baía de Hudson (no Canadá). Mares e oceanos, somados, cobrem 71% da superfície terrestre.

Lista de mares, divididos por oceano: 
Oceano Pacífico

- Mar de Bering
- Golfo do Alasca
- Golfo da Califórnia
- Mar de Okhotsk
- Mar do Japão
- Mar da China Oriental
- Mar da China Meridional
- Mar de Sulu
- Mar de Celebes
- Mar de Mindanau
- Mar das Filipinas
- Mar de Flores
- Mar de Banda
- Mar de Arafura
- Mar de Timor
- Mar de Ross
- Mar de Amundsen
- Mar de Bellingshausen

Oceano Atlântico

A leste - Europa e África
Varrendo a borda leste do oceano Atlântico, de norte para sul, encontramos:

- Mar da Noruega, entre a costa da Noruega e a Islândia;
- Mar Báltico, conectado ao Mar do Norte pelo estreito de Öresund;
- Golfo de Bótnia, entre Suécia e Finlândia;
- Mar de Åland, ao sul de Bótnia, entre a costa sueca e as ilhas de Åland;
- Mar do Arquipélago, a sudoeste da Finlândia e contendo o maior arquipélago do mundo;
- Golfo da Finlândia, entre a Finlândia e a Estônia;
- Golfo de Riga, uma grande baía na Letônia, ao sul da ilha estoniana de Saaremaa;
- Mar do Norte, a leste da Grã-Bretanha, noroeste dos Países Baixos e oeste da Dinamarca;
-Mar Frísio, uma zona entremarés no litoral da Holanda, Alemanha e Dinamarca;
- Canal da Mancha entre França e Grã-Bretanha;
- Mar da Irlanda, entre a Irlanda e a Grã-Bretanha;
- Mar Celta, ao sul da Irlanda e ao norte do Cantábrico;
- Mar Cantábrico (ou golfo de Biscaia) ao norte da Espanha e sudoeste da França;
- Mar da Palha, entre Lisboa e Setúbal (Portugal);
- Mar Mediterrâneo, que se interpõe entre Europa e África e se divide em outros mares interiores, que são, de oeste para leste (aqueles marcados com asterisco não são oficialmente reconhecidos pela OHI mas são ou já foram nomes usuais):
- Mar de Alborão, entre Espanha e Marrocos, a partir do estreito de Gibraltar;
- Mar das Baleares, entre a costa da Catalunha e as ilhas Baleares;
- Mar da Sardenha, porção do Mediterrâneo entre as Baleares e as ilhas de Córsega e Sardenha;
- Mar de Ligúria, uma baía no noroeste da Itália (Ligúria e Toscana), ao norte das ilhas de Córsega e Elba;
- Mar Tirreno, ao sul do Mar da Ligúria, limitado pela costa oeste da Itália e pelas ilhas de Córsega, Sardenha e Sicília;
- Estreito da Sicília, entre a costa sul da Sicília e o norte da Tunísia;
- Mar Adriático, entre a Itália e os Bálcãs;
- Mar Jônico, ao sul do Adriático, entre as províncias do sul da Itália (Calábria e Sicília) e o noroeste da Grécia (em especial as ilhas Jônicas);
Golfo de Sidra, uma grande bacia na costa norte da Líbia;
- Mar Egeu, entre a Grécia e a Turquia;
- Mar Trácio, porção norte do Egeu, entre a República da Macedônia, a Trácia e o noroeste da Turquia;
- Mar Mirtoico, porção sudoeste do Egeu, entre as Cíclades e o Peloponeso;
- Mar de Creta, ao sul do Egeu e das Cíclades e ao norte de Creta;
- Mar da Líbia, porção do Mediterrâneo entre a costa leste da Líbia e a ilha de Creta;
- Mar de Mármara, entre as partes europeia e asiática da Turquia, ligado ao Egeu pelo Estreito de Dardanelos e ao mar Negro pelo estreito de Bósforo;
- Mar Negro; encravado entre a Europa, a Anatólia e o Cáucaso, ligado ao mar de Mármara pelo estreito de Bósforo;
- Mar de Azov, um enclave do mar Negro, represado entre a península ucraniana da Crimeia e a península russa de Taman. É ligado ao mar Negro pelo estreito de Kerch;
- Mar Levantino, porção do Mediterrâneo que banha o Egito, o Levante e o sudeste da Turquia.
- Golfo da Guiné, no continente africano.

Borda oeste - Américas

Varrendo a borda leste do oceano Atlântico, de norte para sul, encontramos:

- Baía de Baffin, entre a Groenlândia e a parte insular do Canadá;
- Baía de Hudson, encravada no Canadá e também alimentada pelo Oceano Ártico;
- Baía de James, prolongamento para sul de Hudson, entre os estados canadenses de Ontário e Quebec;
- Mar do Labrador;
- Golfo de São Lourenço;
- Golfo do México;
- Baía de Campeche, sul do golfo do México, banhando os estados México de Campeche, Tabasco e Veracruz;
- Mar do Caribe;
- Golfo da Venezuela;
- Mar dos Sargaços;
- Mar Argentino.

Oceano Índico

- Mar Vermelho
- Golfo de Áden
- Golfo Pérsico
- Mar de Aral
- Golfo de Omã
- Mar Arábico
- Baía de Bengala
- Mar Morto

Oceano Ártico

- Mar de Barents
- Mar de Kara
 -Mar de Beaufort
- Golfo de Amundsen
- Mar de Chukchi
- Mar de Laptev